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Palavras Infantis (com pps do Power Point).

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Você se lembra de quando era criança e entendia algumas palavras com um significado completamente diferente do real? Acho que todos fizemos isso alguma vez na vida. E se juntássemos todas essas definições em um dicionário do entendimento infantil das palavras? Pois é, isso já foi feito no “Dicionário de Humor Infantil’ de autoria de Pedro Bloch, um foniatra que deve ter convivido com muitas crianças.
Abaixo reproduzimos algumas das “definições” que o autor coletou. Aqui está a apresentação de slides pps do PowerPoint.





Alegria:
É um palhacinho no coração da gente.

Amar:
É pensar no outro, mesmo quando a gente nem tá pensando.

Abolição:
Uma coisa assinada pela escrava Isaura.

Abstrato:
Sim, eu sei o que é abstrato. Esta sopa, por exemplo, leva abstrato de tomate.

Bússola:
É uma coisa que toda criança deveria ter. É que eu me “perdo” muito.

Boca:
É a garagem da língua.

Bebê:
É uma coisa que ainda tem a cabeça verde. Não funciona como a gente.

Adulto:
É uma pessoa que não entende de chuva, criança ou bala.

Cabelo:
É uma coisa que serve pra gente não ficar careca.

Calcanhar:
É o queixo do pé.

Cobra:
É um bicho que só tem rabo.

Chocolate:
É uma coisa que a gente nunca oferece aos amigos porque eles aceitam.

Cinema:
É um lugar onde a gente come pipoca.

Dia:
Hoje é amanhã de ontem.

Estudioso:
Ser estudioso é pensar pouco e decorar muito.

Esperança:
É um pedaço da gente que sabe que vai dar certo.

:
É uma menininha, na praia, esvaziando o mar com um baldezinho de plástico furado.

Gêmeas:
Duas meninas de cara repetida.

Ilha:
É um morro que caiu dentro do mar.

Inferno:
É um lugar onde a gente morre muito mais.

Juízo:
É fazer tudo o que mamãe acha que tá certo, mesmo quando está errado.

Jardim zoológico:
O bicho que eu mais gostei, no jardim zoológico, foi o vendedor de sorvete.

Lógica:
Uma nota de dez rasgada no meio não dá duas de cinco, dá?

Mentira:
(ouve-se o estraçalhar de um vidro no banheiro e o menino grita): É mentira do barulho!

Mãe:
Quando você era menina, quem era minha mãe?

Noite:
É o dia com luz apagada.

Namorado:
É uma pessoa que tem medo do claro.

Nevoeiro:
É poeira do frio.

Paciência:
É uma coisa que a mamãe perde sempre.

Rede:
É uma porção de buracos amarrados com barbante.

Reflexo:
É quando a água do lago se veste de árvores.

Relâmpago:
É um barulho rabiscando o céu.

Saudade:
É quando uma pessoa que devia estar perto está longe.

Tristeza:
É uma criança com gesso no pé, sem assinatura.

Ultrassonografia:
É parente da geografia? É?

Veias:
São raízes que aparecem no pescoço das meninas que gritam.

Sono:
É saudade de dormir.

Sol:
Eu não errei na prova. Só disse que o sol nasce no nascente e dorme no dormente.

Vocação:
É a voz do papai.

Xingar:
Quando eu xingo a minha avó, só xingo a metade que é do meu irmão.

W:
São dois vês que nasceram gêmeos.

Y:
É uma letra parecida com um estilingue, que é intrometida.

O médico foniatra Pedro Bloch, que nasceu na Ucrânia, também foi jornalista, compositor, poeta, dramaturgo e autor de livros infanto-juvenis. Ele escreveu mais de cem livros e o Dicionário de Humor Infantil é só um deles e talvez agrade mais os adultos do que propriamente às crianças.

Para baixar esta apresentação visite este link. Abaixo da imagem a um local onde se vê (download). Clique alí. A versão baixada está em pps do PowerPointe com slides em reprodução automática e música infantil acompanhando.

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